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Professor denuncia agressão física durante caminhada política em Macapá e aponta candidata Fátima Pelaes

O professor de História Fabrício Ferreira, da Escola Maria Helena Cordeiro, utilizou suas redes sociais e notas oficiais à imprensa para denunciar uma agressão física e psicológica sofrida durante uma caminhada política realizada em Macapá. De acordo com o educador, o episódio ocorreu durante o ato do candidato Clécio e coligados.

Segundo o relato de Fabrício, ele participava da mobilização empunhando bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do senador Randolfe Rodrigues e de seu candidato a deputado federal, Dorinaldo Malafaia. No entanto, a manifestação pacífica foi interrompida por uma abordagem que classificou como agressiva e intimidatória.

O relato da agressão

Conforme descrito pela vítima, a abordagem foi realizada pela candidata a deputada federal Fátima Pelaes. O professor relata que foi contido à força:

“Fui abraçado com força, senti arranhões e tentei me desvencilhar enquanto ela me questionava quem eu era”, afirmou Fabrício.

Militante experiente em diversos pleitos eleitorais, o professor destacou que nunca havia vivenciado uma situação de violência dessa natureza. Horas após o ocorrido, ele enfatizou que o impacto vai além das marcas físicas:

“Agora, horas depois do ocorrido, minha revolta só aumenta. Não são apenas as escoriações, mas o abalo psicológico causado pela situação que contraria todos princípios e valores de um país democrático, como o Brasil”, declarou.

Medidas legais tomadas

Diante da gravidade da situação, o professor Fabrício Ferreira informou que já adotou os devidos procedimentos legais para responsabilizar os envolvidos:

  • Registro de Boletim de Ocorrência (BO);
  • Realização de exame de corpo de delito para comprovar as lesões e escoriações;
  • Coleta e compilação de imagens de câmeras de monitoramento da região que registraram o momento da abordagem.

Ao finalizar seu pronunciamento, o educador fez um apelo público aos eleitores por conscientização e respeito ao processo democrático: “Uma candidata que age com violência em um ato público não tem preparo para exercer um cargo de tamanha importância. Peço atenção de todos. Votem com consciência e não em agressores”, concluiu.

O espaço segue aberto para manifestações e notas de esclarecimento da defesa ou da assessoria da candidata citada na denúncia.

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