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EUA apreendem mais um petroleiro ligado à Venezuela no Mar do Caribe

Operação dos Estados Unidos, parte de campanha para fazer cumprir sanções impostas pelo presidente Donald Trump, resultou na apreensão do navio Sagitta sem incidentes.

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (20) a **apreensão de mais um navio petroleiro no Mar do Caribe, identificado como Motor Vessel Sagitta, marcando a sétima operação desse tipo desde dezembro de 2025 no contexto de sanções ligadas à Venezuela.

Segundo o Comando Sul dos EUA (Southern Command), a embarcação foi capturada “sem incidentes” após ser interceptada em águas caribenhas enquanto operava em **desafio à quarentena imposta às embarcações sancionadas pelo presidente Donald Trump”.

A ação faz parte de uma série de operações militares e de fiscalização que visam assegurar o cumprimento de um bloqueio decretado pelo governo americano contra navios sob sanções, com o objetivo de controlar o fluxo de petróleo associado ao país sul-americano. Com a captura do Sagitta, a iniciativa soma agora sete embarcações apreendidas no âmbito da campanha.

Observadores de tráfego marítimo indicam que o Sagitta já havia navegado sob bandeiras do Panamá e da Libéria, práticas comuns em embarcações envolvidas em transporte internacional de petróleo sob sanções.

Em comunicado publicado nas redes sociais da própria tropa, o **Comando Sul destacou que a operação reafirma a determinação dos EUA em garantir que “o único petróleo que sai da Venezuela seja aquele coordenado de forma adequada e legal”.

As autoridades norte-americanas não detalharam os próximos passos para o destino do navio ou de sua carga. Entretanto, a apreensão integrada ao bloqueio faz parte de um esforço mais amplo dos Estados Unidos para fiscalizar e penalizar embarcações que violem sanções econômicas contra o regime venezuelano.

A iniciativa de Trump tem gerado repercussões no cenário geopolítico, à medida que a administração intensifica a pressão sobre o setor petrolífero da Venezuela, considerado estratégico tanto na crise interna do país quanto nas relações internacionais envolvendo comércio e energia.